Como escolher o melhor regime tributário no Simples Nacional

Melhor regime tributário: Simples Nacional ou Lucro Presumido?

Principais lições deste artigo

  1. A reforma tributária de 2026 inclui CBS de 0,9% e IBS de 0,1% no Simples Nacional e mantém os limites de ME até R$ 360 mil e de EPP até R$ 4,8 milhões anuais.
  2. O Fator R, quando a relação folha de pagamento e receita é igual ou maior que 28%, permite que empresas de serviços saiam do Anexo V, com alíquota de 15,5%, e passem para o Anexo III, com alíquota de 6%, o que pode gerar economia de até R$ 1.900 por mês em um faturamento de R$ 20 mil.
  3. A escolha correta do CNAE é decisiva, porque profissões intelectuais como engenharia e arquitetura não podem ser MEI e se beneficiam do Fator R no Simples Nacional.
  4. O Simples Nacional costuma ser mais vantajoso que o Lucro Presumido para empresas com folha de pagamento alta, pois concentra os impostos no DAS e inclui encargos previdenciários na alíquota.
  5. O monitoramento mensal do Fator R e o cuidado com prazos de desenquadramento do MEI evitam multas e pagamento de imposto a mais. Conte com a Agilize Contabilidade para automatizar essa análise e ter atendimento especializado.

Framework para escolher o melhor regime tributário

A escolha do regime tributário segue um fluxo de quatro passos. O primeiro passo é analisar faturamento e folha de pagamento. O segundo passo é conferir se o CNAE está correto. O terceiro passo é calcular as alíquotas efetivas por anexo. O quarto passo é acompanhar mensalmente o Fator R.

O Simples Nacional tende a ser mais vantajoso que o Lucro Presumido para empresas com folha de pagamento robusta. Esse regime concentra o recolhimento de impostos no DAS e inclui encargos previdenciários na própria alíquota, o que reduz a carga total em muitos cenários.

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Panorama regulatório e limites em 2026

Os limites do Simples Nacional em 2026 permanecem com ME até R$ 360 mil anuais e EPP até R$ 4,8 milhões. A Reforma Tributária traz mudanças graduais e mantém o DAS como forma principal de recolhimento, com inclusão de CBS e IBS como tributos complementares.

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Para empresas de serviços, o Fator R continua sendo o principal diferencial. Quando a relação folha e receita atinge 28% ou mais, a empresa pode migrar do Anexo V, com alíquota de 15,5%, para o Anexo III, com alíquota de 6%.

Profissionais que saem do MEI para ME enfrentam desafios específicos, já que profissões intelectuais como engenheiros e arquitetos não podem ser MEI.

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Conceitos essenciais: anexos e Fator R

Os anexos do Simples Nacional definem as alíquotas de acordo com a atividade da empresa. O Fator R resulta da divisão da folha de pagamento dos últimos 12 meses pela receita bruta do mesmo período, multiplicada por 100.

Quando esse percentual chega a 28% ou mais, empresas de serviços podem migrar do Anexo V para o Anexo III. Essa mudança reduz de forma relevante a carga tributária e aumenta a previsibilidade dos custos.

Anexo

Atividade exemplo

Alíquota inicial

Fator R ≥28%?

III

Arquitetura (7111100)

6%

Sim

V

Engenharia (7112000)

15,5%

Sim, migra para III

I

Comércio

4%

Não

IV

Limpeza

4,5%

Não

Uma empresa que fatura R$ 20 mil por mês e tem Fator R de 30% paga R$ 1.200 em impostos, com alíquota de 6%, em vez de R$ 3.100, com alíquota de 15,5%. Essa diferença gera economia mensal de R$ 1.900. A Agilize Contabilidade assume a burocracia contábil para que você direcione seu tempo para a estratégia do negócio.

Passo a passo para escolher o melhor regime tributário

O primeiro passo é verificar o CNAE e confirmar se a atividade pode ser MEI. Profissões intelectuais como engenharia, arquitetura e medicina não podem usar esse enquadramento.

O segundo passo é calcular o Fator R com a fórmula folha de 12 meses dividida pela receita bruta de 12 meses, multiplicada por 100. O terceiro passo é simular as alíquotas efetivas considerando as faixas de faturamento. O quarto passo é comparar com o Lucro Presumido, que tem INSS patronal separado e margem presumida de 32% para serviços.

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Faturamento mensal

Fator R <28% (Anexo V: 15,5%)

Fator R ≥28% (Anexo III: 6%)

Economia

R$ 20.000

R$ 3.100

R$ 1.200

R$ 1.900

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Armadilhas e erros comuns

Os erros mais frequentes envolvem ignorar o Fator R e pagar 15,5% sem necessidade, escolher um CNAE que leva a um anexo menos vantajoso e fazer o desenquadramento do MEI fora do prazo, com multas de 20% a 150%.

A Agilize Contabilidade reduz esse risco com monitoramento automático, alertas preventivos e acompanhamento próximo da situação fiscal, o que mantém a empresa em dia e com carga tributária ajustada.

Boas práticas e otimização tributária

O monitoramento mensal do Fator R é uma boa prática para aproveitar mudanças de anexo no momento certo. A Agilize Contabilidade automatiza esse controle nos planos Basic, com valor de R$ 259, Fator R automático e RH para até 3 pessoas, e Unique, com valor de R$ 450 e especialista dedicado.

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Casos práticos de otimização

Um escritório de arquitetura que não pode ser MEI por ser uma profissão intelectual se enquadra no Anexo III quando tem Fator R favorável. Esse enquadramento pode gerar economia de até R$ 6 mil por ano em impostos.

Empresas de comércio com faturamento de R$ 20 mil por mês também se beneficiam de um acompanhamento tributário estruturado. O suporte da Agilize Contabilidade simplifica a burocracia e libera tempo para que o empreendedor foque no crescimento do negócio.

Perguntas frequentes

Qual é o melhor anexo do Simples Nacional?

O Anexo III apresenta as menores alíquotas, a partir de 6%, para empresas de serviços que mantêm Fator R igual ou superior a 28%. Para atividades de comércio, o Anexo I começa com alíquotas de 4%.

A escolha do anexo depende do CNAE e da relação entre folha de pagamento e receita bruta. A Agilize Contabilidade faz essa análise de forma automática e busca sempre o enquadramento mais vantajoso dentro da legislação.

Como calcular o Fator R no Simples Nacional?

O Fator R resulta da divisão da folha de pagamento dos últimos 12 meses pela receita bruta do mesmo período, com multiplicação por 100. Esse cálculo inclui salários, pró-labore, férias, décimo terceiro, INSS e FGTS.

Quando o percentual atinge 28% ou mais, empresas de serviços podem migrar do Anexo V para o Anexo III. A Agilize Contabilidade automatiza esse cálculo todos os meses, o que reduz erros e garante a aplicação da alíquota correta.

Quanto paga de imposto quem fatura R$ 20 mil no Simples Nacional?

Uma empresa com faturamento mensal de R$ 20 mil paga cerca de R$ 1.200, com alíquota de 6%, se estiver no Anexo III com Fator R adequado. No Anexo V, a mesma empresa pagaria em torno de R$ 3.100, com alíquota de 15,5%.

A diferença de R$ 1.900 por mês mostra o impacto da escolha correta do anexo. Para atividades de comércio no Anexo I, o valor fica próximo de R$ 800, com alíquota de 4%. O cálculo exato depende da faixa de faturamento acumulado e do anexo aplicável.

Simples Nacional ou Lucro Presumido: qual escolher?

O Simples Nacional costuma ser mais vantajoso para empresas com folha de pagamento alta, porque concentra o recolhimento no DAS e inclui encargos previdenciários na alíquota. O Lucro Presumido exige recolhimento separado de INSS patronal, com 20% sobre o pró-labore, e aplica margem presumida de 32% para serviços.

Empresas com poucos funcionários e receita elevada podem se beneficiar do Lucro Presumido em alguns cenários. Essa decisão exige simulação detalhada, principalmente diante das mudanças da reforma tributária de 2026.

Como pagar apenas 6% no Simples Nacional?

Para pagar 6% no Simples Nacional, a empresa precisa estar no Anexo III e manter Fator R igual ou superior a 28%. Isso significa ter uma folha de pagamento, incluindo pró-labore, que represente pelo menos 28% da receita bruta dos últimos 12 meses.

Empresas de serviços que começam no Anexo V migram para o Anexo III quando atingem esse percentual. A Agilize Contabilidade acompanha essa evolução e calcula a migração de forma automática.

Tenha o atendimento rápido de um especialista da Agilize Contabilidade para aplicar essa estratégia tributária na sua empresa.

Conclusão

A escolha do regime tributário no Simples Nacional em 2026 exige análise técnica e acompanhamento constante das regras. O framework apresentado neste conteúdo ajuda a estruturar essa decisão e a buscar economia tributária, principalmente com o uso do Fator R em empresas de serviços.

A Agilize Contabilidade combina automação e expertise contábil para simplificar esse processo. Assim, empreendedores podem focar no crescimento do negócio enquanto mantêm conformidade fiscal e aproveitam oportunidades de redução de impostos.

Tenha o atendimento rápido de um especialista da Agilize Contabilidade e fortaleça a gestão tributária da sua empresa.