Principais lições deste artigo
- Classificar corretamente o CNAE para definir o anexo adequado no Simples Nacional e evitar tributação excessiva.
- Segregar receitas por atividade e anexo no PGDAS-D para aplicar alíquotas específicas e reduzir impostos.
- Calcular o Fator R (folha de salários dividida pela receita bruta dos últimos 12 meses) para migrar do Anexo V para o III quando o resultado for igual ou superior a 28%, o que pode gerar economia de até R$ 6 mil por ano.
- Apurar mensalmente no PGDAS-D usando o RBT12 e a alíquota efetiva, gerando o DAS até o dia 20 do mês seguinte.
- Usar a Agilize Contabilidade para automatizar o Fator R e a gestão tributária com planos acessíveis. Fale com um especialista agora para organizar seus impostos.
Pré-requisitos para gestão tributária eficiente nos anexos
Uma boa gestão tributária começa com informações organizadas. Confirme o CNAE no contrato social ou cartão CNPJ, tenha acesso à receita bruta dos últimos 12 meses (RBT12), separe a folha de pagamento dos últimos 12 meses e faça o cadastro no Portal do Simples Nacional para acessar o PGDAS-D.
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Anexo |
Atividades (Exemplos CNAE) |
Alíquota inicial em 2026 |
Fator R aplicável |
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I |
Comércio, como 47.51-2-05, lojas de roupas |
4,0% |
Não |
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III |
Serviços gerais, como 62.01-5/01, desenvolvimento de programas |
6,0% |
Maior ou igual a 28% |
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V |
Serviços, como 85.11-0/00, educação infantil |
15,5% |
Menor que 28% |
A Agilize Contabilidade automatiza esse processo, desde a classificação correta do CNAE até o cálculo do Fator R. Isso reduz o risco de pagar impostos a mais e simplifica a rotina contábil para que você concentre energia na estratégia do negócio.

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Tutorial passo a passo: 7 passos para gestão tributária nos anexos do Simples Nacional
Passo 1: classificar a atividade por CNAE e anexo
O primeiro passo é identificar o anexo correto com base no CNAE principal e nos CNAEs secundários.
Os 5 anexos do Simples Nacional em 2026 são: Anexo I, comércio, de 4,0% a 19,0%. Anexo II, indústria, de 4,5% a 30,0%. Anexo III, serviços gerais, de 6,0% a 33,0%. Anexo IV, serviços com Fator R maior ou igual a 28%, de 4,5% a 33,0%. Anexo V, serviços com Fator R menor que 28%, de 15,5% a 30,5%.
Uma microempresa de serviços com CNAE 62.01-5/01 costuma iniciar no Anexo V, mas pode migrar para o Anexo III quando o Fator R for igual ou superior a 28%.
Passo 2: segregar receitas por CNAE e anexo
Segregar as receitas mensais por atividade e anexo correspondente evita tributação pela alíquota mais alta. Na apuração mensal no PGDAS-D, as receitas devem ser informadas por atividade e anexo vinculado ao CNAE, o que garante o cálculo correto dos tributos.
Um erro comum é misturar receitas de comércio e serviços sem essa separação. Esse erro costuma gerar pagamento de impostos acima do necessário.

Passo 3: calcular o RBT12
Calcular o RBT12 define a faixa de tributação. Some o faturamento dos últimos 12 meses para obter a Receita Bruta Total. Esse valor determina a faixa da tabela e a alíquota nominal que será usada na fórmula da alíquota efetiva.
Passo 4: calcular a alíquota efetiva
Calcular a alíquota efetiva mostra o percentual real de imposto sobre o faturamento. Use a fórmula: [(RBT12 × alíquota nominal) menos a parcela a deduzir] dividida pelo RBT12. Na faixa de R$ 360.000,01 a R$ 720.000,00 do Anexo I, a alíquota nominal é de 9,5%, e a parcela a deduzir muda conforme a tabela oficial.
Passo 5: calcular o Fator R
Calcular o Fator R define se a empresa ficará no Anexo III ou no Anexo V em atividades de serviços. O Fator R é igual à folha de salários dos últimos 12 meses dividida pela receita bruta do mesmo período, multiplicada por 100. Quando o resultado for maior ou igual a 28%, a empresa pode optar pelo Anexo III. Quando for menor que 28%, permanece no Anexo V.
Em uma simulação com receita de R$ 600 mil e folha de R$ 180 mil, o Fator R é de 30%. Esse percentual permite a tributação pelo Anexo III e pode gerar economia aproximada de R$ 6 mil por ano em impostos.

Como saber se a empresa fica no Anexo III ou no Anexo V?
A definição entre Anexo III e Anexo V depende do Fator R. Atividades de serviços com Fator R maior ou igual a 28% se enquadram no Anexo III, que tem alíquotas menores. Atividades com Fator R menor que 28% permanecem no Anexo V, que tem alíquotas mais altas.
Passo 6: apurar no PGDAS-D
A apuração mensal no PGDAS-D consolida todas as informações. Acesse o Portal do Simples Nacional, informe as receitas segregadas por anexo, aplique o Fator R quando for o caso e gere o DAS com vencimento até o dia 20 do mês seguinte.
O PGDAS-D é o aplicativo oficial da Receita Federal para apuração mensal dos tributos do Simples Nacional e concentra o cálculo de todos os impostos do regime.

Passo 7: revisar, otimizar e planejar
Manter o acompanhamento constante permite aproveitar melhor o regime. Ajuste a folha de pagamento quando fizer sentido para manter o Fator R maior ou igual a 28%, monitore os limites de faturamento de cada faixa e mantenha notas fiscais, folhas e relatórios organizados para evitar multas.
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Cases de sucesso da Agilize Contabilidade
Os cases mostram como uma contabilidade online bem estruturada facilita o dia a dia. A Casa Blue Bistrô, restaurante aberto durante a pandemia, contou com a Agilize Contabilidade para abertura do CNPJ e gestão contábil completa. Julia, sócia-proprietária, destaca a praticidade do painel online e o atendimento próximo da equipe.
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Dicas avançadas: reforma tributária em 2026 e simulações
A reforma tributária inicia a transição em 2026, mas o Simples Nacional permanece preservado nesse primeiro ano. As empresas do Simples apenas destacarão IBS e CBS de forma informativa nas notas fiscais, sem cobrança efetiva em 2026.
Uma empresa de consultoria com Fator R de 20% que consiga elevar esse indicador para 30% pode migrar do Anexo V para o Anexo III. Essa mudança costuma gerar economia próxima de R$ 6 mil por ano em impostos, dependendo do faturamento.
A Agilize Contabilidade oferece planos com previsibilidade de custos, como Basic Serviços por R$ 259,00 por mês, Basic Comércio por R$ 359,00 por mês, Unique Serviços por R$ 450,00 por mês e Unique Comércio por R$ 550,00 por mês.
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FAQ
Como calcular o Fator R no Simples Nacional?
Calcular o Fator R exige a soma da folha de pagamento dos últimos 12 meses e da receita bruta do mesmo período. Divida o valor da folha pela receita bruta e multiplique por 100. Inclua salários, pró-labore, encargos sociais e benefícios. Quando o resultado for igual ou superior a 28%, a empresa pode optar pelo Anexo III, que tem alíquotas menores para serviços.
O que muda na reforma tributária para o Simples em 2026?
O regime do Simples Nacional continua com as mesmas regras em 2026. As empresas apenas destacarão IBS e CBS nas notas fiscais de forma informativa, sem pagamento desses tributos nesse ano. A cobrança efetiva dos novos tributos começará em 2027, o que mantém uma transição gradual e sem impacto imediato nas alíquotas do Simples.
Como segregar receitas nos anexos?
A segregação correta das receitas no PGDAS-D evita tributação pela alíquota mais alta. Informe as receitas separadamente por CNAE e anexo correspondente. Receitas de comércio entram no Anexo I. Serviços de consultoria entram no Anexo V ou no Anexo III quando o Fator R for maior ou igual a 28%.
Qual plano da Agilize Contabilidade é indicado para gestão dos anexos?
Os planos Basic e Unique da Agilize Contabilidade incluem cálculo automático do Fator R, painel contábil completo e gestão de todas as obrigações do Simples Nacional. O plano Unique adiciona um especialista dedicado para um suporte mais próximo na organização da rotina e na busca por economia tributária.
Conclusão: organize sua gestão tributária hoje com a Agilize Contabilidade
Aplicar estes 7 passos garante uma gestão tributária mais segura nos anexos do Simples Nacional e reduz o risco de erros custosos. A Agilize Contabilidade automatiza etapas como cálculo do Fator R e apuração no PGDAS-D, o que libera tempo para você focar no crescimento do negócio.
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