Escrito por: Rafael Caribé, CEO, Agilize
Principais lições deste artigo
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A partir de setembro de 2026, ME e EPP do Simples Nacional devem emitir NFS-e exclusivamente pelo Emissor Nacional, conforme a Resolução CGSN nº 189/2026.
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Ter certificado digital E-CNPJ A1, inscrições municipais e estaduais ativas e CNAE correto é condição obrigatória para emitir qualquer nota fiscal.
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Prestar serviços exige NFS-e com ISS e vender mercadorias exige NF-e com ICMS. Empresas mistas precisam dominar os dois fluxos.
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Cometer erros de preenchimento, como município ou código de serviço incorretos, gera rejeições e multas. Ter um contador é obrigatório por lei e reduz esses riscos.
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Para automatizar a emissão, importação e cancelamento de notas com segurança, conte com a Agilize Contabilidade: fale com um especialista agora.
Pré-requisitos para emitir nota fiscal como ME
Garantir os pré-requisitos evita travamentos na hora de emitir a nota e reduz o risco de rejeição.
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Certificado digital E-CNPJ A1: autentica a empresa perante a Receita Federal e as prefeituras. Sem esse certificado, não é possível emitir NF-e nem NFS-e.
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Inscrição municipal ativa: permite emitir NFS-e de serviços e vincula a empresa ao município que fiscaliza o ISS.
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Inscrição estadual ativa: permite emitir NF-e de comércio e vincula a empresa à Sefaz que fiscaliza o ICMS.
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CNAE correto: define o tipo de atividade, o tipo de nota e qual anexo do Simples Nacional se aplica ao negócio. Um CNAE inadequado pode levar à tributação errada.
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Enquadramento no Simples Nacional confirmado: manter a opção ativa no portal da Receita Federal garante o uso das regras e alíquotas do regime.
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Contador registrado no CRC: é obrigatório para ME e EPP e responde pela escrituração contábil, apuração de impostos e conformidade fiscal.
Na Agilize Contabilidade, o certificado digital E-CNPJ A1 já está incluído nos planos, sem custo adicional.

Visão macro do fluxo em 5 etapas
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Confirmar pré-requisitos, como certificado digital, inscrições, CNAE e contador, para garantir que a empresa esteja apta a emitir notas.
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Identificar o tipo de nota, NFS-e para serviços ou NF-e para comércio, com base no CNAE e na natureza da operação.
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Acessar o sistema correto, Emissor Nacional da NFS-e para serviços ou Sefaz estadual para comércio, usando o certificado digital validado.
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Preencher os dados da nota, conferir tributos e transmitir para o órgão responsável.
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Verificar a autorização e arquivar o XML por no mínimo 5 anos para manter a empresa em conformidade.
Passo a passo para emitir NFS-e de serviços (padrão nacional em 2026)
A partir de 1º de setembro de 2026, ME e EPP do Simples Nacional devem emitir NFS-e exclusivamente pelo Emissor Nacional da NFS-e, via portal web ou integração por API. O sistema municipal deixa de ser válido para esse público.
Passo 1: acesse o Emissor Nacional da NFS-e
Objetivo: autenticar a empresa e acessar o ambiente de emissão.
Ações: acesse o portal gov.br/nfse, faça login com o certificado digital E-CNPJ A1 ou com conta gov.br de nível prata ou ouro e selecione a empresa pelo CNPJ.
Tempo médio: cerca de 5 minutos na primeira vez e menos de 2 minutos nos acessos seguintes.
Resultado: painel do emissor disponível para gerar a nota.
Passo 2: preencha os dados da nota e transmita
Objetivo: registrar a prestação de serviço e gerar o documento fiscal válido.
Ações: informe o tomador do serviço, com CNPJ ou CPF, a descrição do serviço, o valor, o município de prestação e o código de serviço da LC 116/2003. Confirme os dados tributários calculados automaticamente pelo sistema e clique em “emitir”.
Tempo médio: de 5 a 10 minutos por nota.
Resultado: NFS-e autorizada com número, data e código de verificação. A nota tem validade em todo o território nacional.

Dicas práticas
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Salvar o XML da nota imediatamente após a emissão garante o cumprimento do prazo mínimo de guarda de 5 anos.
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Conferir o município de prestação do serviço evita ISS calculado com alíquota errada.
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Integrar o ERP ao Emissor Nacional por API reduz digitação manual e erros em empresas com maior volume de notas.
Erros comuns
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Informar o município errado de prestação do serviço e gerar ISS para o ente incorreto.
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Usar código de serviço incompatível com o CNAE da empresa e criar risco de autuação.
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Tentar emitir NFS-e para operações sujeitas exclusivamente ao ICMS, o que é vedado pela Resolução CGSN nº 189/2026.
Solução de problemas
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Nota rejeitada por certificado inválido: verificar a validade do E-CNPJ A1 e reinstalar o certificado se necessário.
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Erro de CNPJ do tomador: consultar o CNPJ no portal da Receita Federal antes de preencher os dados.
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Sistema fora do ar: aguardar a normalização e tentar novamente, mantendo uma rotina para não acumular notas pendentes.
Resolva rejeições e erros de emissão com o suporte de um contador especializado.
Passo a passo para emitir NF-e de comércio
Empresas de comércio no Simples Nacional emitem a Nota Fiscal Eletrônica, modelo 55, pelo sistema da Sefaz do estado onde estão estabelecidas. A NFS-e nacional não substitui esse documento em operações sujeitas ao ICMS.
Passo 1: acesse o sistema da Sefaz do seu estado
Objetivo: autenticar a empresa no ambiente de emissão estadual.
Ações: acesse o portal da Sefaz do seu estado, como o ambiente nacional de consulta em NF-e.fazenda.gov.br ou o emissor gratuito estadual. Faça login com o certificado digital E-CNPJ A1 ou use um emissor homologado pela Sefaz.
Tempo médio: cerca de 5 minutos.
Resultado: acesso ao ambiente de emissão da NF-e.
Passo 2: cadastre produtos e preencha os dados do destinatário
Objetivo: registrar a operação comercial com todas as informações fiscais corretas.
Ações: cadastre o produto com NCM, CFOP, unidade de medida e valor. Informe os dados do destinatário, como CNPJ ou CPF, endereço e inscrição estadual quando existir. Preencha os dados de transporte, se houver, e transmita a nota para a Sefaz.
Tempo médio: de 10 a 15 minutos por nota, com redução de tempo quando os produtos já estiverem cadastrados.
Resultado: NF-e autorizada com chave de acesso de 44 dígitos e DANFE disponível para impressão ou envio ao destinatário.
Dicas práticas
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Manter o cadastro de produtos atualizado com NCM correto reduz rejeições automáticas.
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Arquivar o XML da NF-e por no mínimo 5 anos garante prova fiscal em eventuais fiscalizações.
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Enviar o DANFE ao destinatário junto com a mercadoria facilita conferência na entrega.
Erros comuns
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Usar CFOP incorreto para o tipo de operação, como confundir venda interna com interestadual.
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Informar NCM desatualizado ou incompatível com o produto.
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Deixar de informar a inscrição estadual do destinatário em operações entre empresas.
Solução de problemas
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Nota rejeitada pela Sefaz: ler o código de rejeição retornado e corrigir o campo indicado.
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Certificado recusado: verificar se o E-CNPJ A1 está instalado corretamente e dentro da validade.
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Dúvida sobre CFOP ou NCM: consultar o contador, pois erros nesses campos podem gerar autuações.
É obrigatório emitir nota no ME?
ME e EPP optantes pelo Simples Nacional são obrigadas a emitir documento fiscal para vendas e serviços. A obrigatoriedade de usar NF-e ou NFS-e depende da legislação de cada ente e do tipo de operação, mas a obrigação de documentar a receita vale para qualquer valor e para clientes pessoa física ou jurídica.
Para serviços, a Resolução CGSN nº 189/2026 reforça essa obrigação e determina o uso exclusivo do Emissor Nacional da NFS-e a partir de 1º de setembro de 2026. Para comércio, a NF-e estadual continua obrigatória conforme a legislação do ICMS.
Deixar de emitir ou emitir de forma incorreta pode resultar em multas, autuações fiscais e irregularidade do CNPJ, situações que um contador ativo ajuda a prevenir.
Quanto custa para emitir nota fiscal como ME?
Os custos envolvem três componentes principais, além dos honorários contábeis.
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Item |
Custo aproximado |
Observação |
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Certificado digital E-CNPJ A1 |
R$ 150 a R$ 300/ano, no mercado |
Incluído nos planos da Agilize Contabilidade |
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Emissor Nacional da NFS-e, serviços |
Gratuito |
Portal gov.br/nfse, sem taxa de emissão |
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Emissor de NF-e estadual, comércio |
Gratuito, emissor da Sefaz, ou pago, sistemas privados |
Sistemas pagos oferecem automação e integração |
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Honorários contábeis, ME Simples Nacional |
A partir de R$ 259/mês, plano Basic Agilize Contabilidade, serviços |
Mercado varia de R$ 99 a R$ 600/mês para ME |
O maior custo recorrente costuma ser a contabilidade, que para ME e EPP é obrigatória. Escolher uma contabilidade online eficiente ajuda a controlar esse custo e manter a segurança fiscal.

Emissão manual x emissão via contabilidade online
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Critério |
Emissão manual, pelo empreendedor |
Emissão via contabilidade online, Agilize Contabilidade |
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Tempo gasto |
Tempo alto, cada nota exige acesso, preenchimento e conferência manual |
Tempo baixo, equipe especializada cuida da emissão |
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Risco de erro |
Risco alto, erros em CFOP, NCM e código de serviço são frequentes |
Risco baixo, profissionais habilitados revisam cada operação |
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Integração financeira |
Sem integração, dados precisam ser lançados manualmente |
Integração automática, notas conectadas ao painel contábil e financeiro |
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Suporte em caso de rejeição |
Empreendedor resolve sozinho |
Especialista resolve e orienta os ajustes |
Como saber se a nota foi emitida corretamente?
Conferir alguns pontos após a transmissão garante que a nota tenha validade fiscal.
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Status “autorizada”: a nota só tem validade fiscal após autorização pela Sefaz, no caso da NF-e, ou pelo Emissor Nacional, no caso da NFS-e. Status “rejeitada” ou “denegada” exige correção.
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Número e chave de acesso gerados: confirmar se a nota recebeu numeração sequencial e chave de 44 dígitos na NF-e ou código de verificação na NFS-e.
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XML disponível para download: salvar o arquivo imediatamente, pois o XML é o documento fiscal original. O DANFE é apenas a representação gráfica.
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Ausência de pendências no painel: verificar se não há notas em fila de rejeição que precisem de correção ou cancelamento dentro do prazo legal.
Dicas avançadas e próximos passos
Emitir nota corretamente é o ponto de partida, mas a saúde fiscal da ME depende de uma rotina contábil completa.
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Conciliação bancária: cruzar as notas emitidas com as entradas bancárias evita divergências na apuração do DAS e nas declarações.
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Previsão de impostos: essa conciliação permite projetar o DAS do mês seguinte com base em dados reais e reduzir surpresas no caixa.
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Anexos do Simples Nacional: o anexo correto define a alíquota. Empresas de serviços podem ficar no Anexo III, com alíquota inicial de 6%, ou no Anexo V, com 15,5%, conforme a atividade.
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Fator R: para empresas de serviços nos Anexos III e V, o Fator R define em qual anexo a empresa será tributada em cada período, e o cálculo correto pode reduzir a carga tributária.
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Reforma Tributária e CBS/IBS em 2026: empresas do Simples Nacional têm tratamento diferenciado na transição de 2026 e precisam acompanhar as atualizações com apoio do contador para decidir sobre o regime a partir de 2027. Saiba mais sobre a Reforma Tributária no Simples Nacional.
Perguntas frequentes
Qual a diferença entre NFS-e e NF-e?
A NFS-e, Nota Fiscal de Serviços eletrônica, é emitida por empresas prestadoras de serviços e está sujeita ao ISS. A NF-e, Nota Fiscal eletrônica modelo 55, é emitida por empresas de comércio e indústria e está sujeita ao ICMS. Uma ME que presta serviços emite NFS-e, uma ME que vende mercadorias emite NF-e e empresas com atividades mistas podem precisar dos dois documentos.
O que muda na emissão de NFS-e para ME e EPP a partir de setembro de 2026?
Conforme a Resolução CGSN nº 189/2026, ME e EPP optantes pelo Simples Nacional passam a emitir NFS-e exclusivamente pelo Emissor Nacional da NFS-e a partir de 1º de setembro de 2026. O sistema municipal deixa de ser válido para esse público e a nota emitida pelo Emissor Nacional passa a ter validade em todo o território nacional.
Posso emitir nota fiscal sem contador?
O sistema de emissão permite o acesso sem contador, mas, conforme explicado nos pré-requisitos, ME e EPP precisam de contador por exigência legal de escrituração contábil. Emitir notas sem acompanhamento contábil aumenta o risco de erros na apuração de impostos, enquadramento incorreto no Simples Nacional e irregularidades que podem gerar multas.
Qual é a multa por não emitir nota fiscal?
As penalidades variam conforme o estado e o município, pois cada ente federado tem sua legislação de infrações fiscais. Em geral, a omissão de nota fiscal pode gerar multas sobre o valor da operação não documentada e autuações por parte da Receita Federal, Sefaz estadual ou prefeitura. O prazo de regularização depende do auto de infração e da legislação aplicável. Manter a emissão em dia com o suporte de um contador é a forma mais segura de evitar essas situações.
A Agilize Contabilidade cuida da emissão de notas fiscais?
A Agilize Contabilidade oferece emissão, importação e cancelamento de notas fiscais como parte da rotina contábil. No plano Unique, para serviços, e nos planos de comércio, a emissão e importação de notas fiscais estão incluídas com limites de operações mensais definidos por plano. O certificado digital E-CNPJ A1 também está incluído em todos os planos, sem custo adicional.
Conclusão
Emitir nota fiscal corretamente em 2026 exige atenção a dois fluxos distintos: NFS-e pelo Emissor Nacional para serviços, obrigatória a partir de setembro de 2026 pela Resolução CGSN nº 189/2026, e NF-e pela Sefaz estadual para comércio. Os pré-requisitos são os mesmos, como certificado digital E-CNPJ A1, inscrições ativas, CNAE correto e contador obrigatório.
Cometer erros na emissão gera rejeições, multas e irregularidades que consomem tempo e dinheiro. A Agilize Contabilidade cuida da rotina de emissão, importação e cancelamento de notas fiscais, da apuração de impostos, da conciliação bancária e de todas as obrigações fiscais da ME ou EPP, para que o empreendedor foque no crescimento da empresa.
Com mais de 13 anos de experiência, mais de 50 mil empreendedores atendidos e o selo RA1000 do Reclame Aqui, a Agilize Contabilidade é uma contabilidade online que resolve a burocracia fiscal da empresa com transparência e agilidade.
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